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Pós-Edital

Residência USP Residência em Área Profissional da Saúde Farmácia

Videoaulas e PDF Edital 2026 Gran Cursos (G)
Inscrições encerradas Prova em 117 dias · 27/09/2026
Curso Preparatório Completo
100% online
26
Aulas
6
Módulos
133
Horas
Prova
27/09/2026
117 dias

Conteúdo Programático

6 módulos · 26 aulas · 133h
Sobre este curso

Veja o que este curso tem para oferecer:

Residência USP!

Mais Detalhes:

  • Curso baseado no Edital 2026 - Residência em Área Profissional da Saúde – Modalidades Uniprofissional e Multiprofissional da Universidade de São Paulo.
  • Carga horária prevista: de 106 vídeoaulas, aproximadamente.
  • Material de apoio:
  • 1. Videoaulas (com slides)
  • 2. Audioaulas
Não serão ministrados os seguintes tópicos: 3. BRASIL. Ministério da Saúde. O SUS de A a Z: garantindo saúde nos municípios. Ministério da Saúde, Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde. 3. ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2009. 480 p. 9. PAIM, J.; TRAVASSOS, C.; ALMEIDA, C.; BAHIA, L.; MACINKO, J. O sistema de saúde brasileiro: história, avanços The Lancet, [online] 9 maio, 2011. 10. PEDUZZI, M. et al. Atualização Trabalho em equipe: uma revisita ao conceito e a seus desdobramentos no trabalho interprofissional. Trab. Educ. Saúde, Rio de Janeiro. 11. VIDAL, S.A et al. Problemas bioéticos na Estratégia Saúde da Família: reflexões necessárias. Rev. bioét. 2014; 22 (2): 347-57. Não abordaremos itens das referências que sejam livros e artigos. Nossas aulas são gravadas baseadas em diversos referenciais institucionais e de grandes autores.

VIDEOAULAS:

  • Aulas com abordagem dos tópicos previstos no edital, após minuciosa análise realizada pelo professor de cada matéria.
  • Conteúdo abordado de modo objetivo, com ênfase nos aspectos mais cobrados nas provas.
  • Aulas ministradas por professores especialistas, com larga experiência na atividade docente.
  • Disponibilização de aulas de exercícios, voltadas para a análise da especificidade da banca examinadora.
  • Qualidade técnica de gravação de altíssimo padrão (imagem e áudio)

AULAS EM PDF:

  • Conteúdo produzido por mestres especializados na leitura como recurso didático completo.
  • Material prático que facilita a aprendizagem de maneira acelerada.
  • Exercícios comentados.
  • Não será ministrado em PDF: Conhecimentos Gerais: 3. BRASIL. Ministério da Saúde. O SUS de A a Z: garantindo saúde nos municípios. Ministério da Saúde, Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde. 3. ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2009. 480 p. 6. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 635, de 22 de maio de 2023. Institui, define e cria incentivo financeiro federal de implantação, custeio e desempenho para as modalidades de equipes Multiprofissionais na Atenção Primária à Saúde. 9. PAIM, J.; TRAVASSOS, C.; ALMEIDA, C.; BAHIA, L.; MACINKO, J. O sistema de saúde brasileiro: história, avanços The Lancet, [online] 9 maio, 2011. 10. PEDUZZI, M. et al. Atualização Trabalho em equipe: uma revisita ao conceito e a seus desdobramentos no trabalho interprofissional. Trab. Educ. Saúde, Rio de Janeiro. 11. VIDAL, S.A et al. Problemas bioéticos na Estratégia Saúde da Família: reflexões necessárias. Rev. bioét. 2014; 22 (2): 347-57. Redação Discursiva. Conhecimentos Específicos: em estruturação.
Não serão ministrados PDF sintéticos.:
Conteúdo Programático
Conhecimentos Gerais10 Aulas · 101 vídeos
Aula 1- Sistema Único de Saúde; 7. BRASIL. Presidência da República. Decreto nº 7.508 de 28 de junho de 2011. Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras providências. 8. BRASIL. Presidência da República. Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências.
  1. Constituição Federal de 1988 - Art. 194
  2. Constituição Federal de 1988 - Art. 195
  3. Constituição Federal de 1988 - Art. 196
  4. Constituição Federal de 1988 - Art. 197
  5. Constituição Federal de 1988 - Art. 198
  6. Constituição Federal de 1988 - Art. 198 II
  7. Constituição Federal de 1988 - Art. 199
  8. Constituição Federal de 1988 - Art. 200
  9. Lei nº 8.080/1990 - arts. 1 a 5
  10. Lei nº 8.080/1990 - art. 6
  11. Lei nº 8.080/1990 - art. 7
  12. Lei nº 8.080/1990 - arts. 8º a 14
  13. Lei nº 8.080/1990 - arts. 14 A a 14 B
  14. Lei nº 8.080/1990 - arts. 15
  15. Lei nº 8.080/1990 - arts. 16 a 18
  16. Lei nº 8.080/1990 - arts. 19 A a 19 L
  17. Lei nº 8.080/1990 - arts. 19 M a 19 W
  18. Lei nº 8.080/1990 - arts. 20 a 26
  19. Lei nº 8.080/1990 - arts. 26 a 26H
  20. Lei nº 8.080/1990 - arts. 27 a 38
  21. Lei nº 8.080/1990 - Disposições Finais e Transitórias
  22. Lei 8.142 de 1990 I
  23. Lei 8.142 de 1990 - Questões
  24. Decreto 7.508 de 2011 – Arts. 1º e 2º
  25. Decreto 7.508 de 2011 – Art. 3º a 10
  26. Decreto 7.508 de 2011 – Art. 11 a 18
  27. Decreto 7.508 de 2011 – Art. 19 a 29
  28. Decreto 7.508 de 2011 – Art. 30 a 37
  29. Decreto 7.508 de 2011 – Art. 38 a 44
Aula 2- Políticas e Sistema de Saúde;
  1. História das Políticas de Saúde - Linha do Tempo
  2. História das Políticas de Saúde - Linha do Tempo II
  3. História das Políticas de Saúde - Linha do Tempo III
  4. História das Políticas de Saúde - Linha do Tempo IV
  5. História das Políticas de Saúde - Linha do Tempo V
  6. História das Políticas de Saúde - Linha do Tempo VI
  7. História das Políticas de Saúde - Linha do Tempo VII
Aula 3- Política Nacional de Humanização;
  1. Política Nacional de Humanização - PNH
  2. Política Nacional de Humanização - PNH II
  3. Política Nacional de Humanização - PNH III
  4. Política Nacional de Humanização - PNH IV
  5. Política Nacional de Humanização - PNH V
Aula 4- Política Nacional de Atenção Básica; 4. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
  1. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Arts 1 e 2
  2. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Arts 3 a 7
  3. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Arts 8 a 10
  4. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Arts 16 a 27
  5. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Arts 28 a 31
  6. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Arts 32 a 58
  7. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Princípios
  8. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Diretrizes
  9. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – APS X RAS
  10. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Características da APS
  11. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Ambiência
  12. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Funcionamento
  13. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Tipos de Equipe
  14. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Tipos de Equipe II
  15. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Tipos de Equipe III
  16. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Atribuições Comuns
  17. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Atribuições
  18. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Atribuições II
  19. Política Nacional da Atenção Básica – PNAB – Atribuições III
Aula 5- Redes de Atenção à Saúde; 5. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria 4.279, de 30-12-2010. Estabelece diretrizes para a organização da Rede de Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
  1. Redes de Atenção
  2. Redes de Atenção II
  3. Redes de Atenção III
  4. Redes de Atenção IV
  5. Redes de Atenção V
  6. Redes de Atenção VI
  7. Redes de Atenção VII
  8. Redes de Atenção VIII
  9. Redes de Atenção IX
  10. Redes de Atenção X
  11. Redes de Atenção XI
  12. Redes de Atenção - Questões
Aula 6- Trabalho em saúde e Interprofissionalidade;
  1. Trabalho em Equipe
  2. Trabalho em Equipe II
  3. Trabalho em Equipe III
  4. Trabalho em Equipe IV
  5. Trabalho em Equipe V
  6. Trabalho em Equipe VI
  7. Trabalho em Equipe - Questões
Aula 7- Bioética.
  1. Bioética
  2. Bioética II
  3. Bioética III
  4. Bioética - Questões
Aula 81. BRASIL. Ministério da Saúde. Clínica ampliada, equipe de referência e projeto terapêutico singular. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. 2. ed. Série B - Textos Básicos de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. 60 p.
  1. PTS - Clínica Ampliada e Compartilhada
  2. PTS - Clínica Ampliada e Compartilhada II
  3. PTS - Clínica Ampliada - Questões
  4. Equipe de Referência e Apoio Matricial
  5. Equipe de Referência e Apoio Matricial - Questões
Aula 92. BRASIL. Ministério da Saúde. HumanizaSUS: Documento Base para Gestores e Trabalhadores do SUS. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. 4. ed. Série B - Textos Básicos de Saúde. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2010.72 p.
  1. HUMANIZASUS – PNH
  2. HUMANIZASUS – PNH II
  3. HUMANIZASUS – PNH III
  4. HUMANIZASUS – PNH IV
Aula 106. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 635, de 22 de maio de 2023. Institui, define e cria incentivo financeiro federal de implantação, custeio e desempenho para as modalidades de equipes Multiprofissionais na Atenção Primária à Saúde. (REVOGADA)
  1. Portaria n. 9.584/2025 - PADI e Emulti
  2. Portaria n. 9.584/2025 - PADI e Emulti II
  3. Portaria n. 9.584/2025 - PADI e Emulti III
  4. Portaria n. 9.584/2025 - PADI e Emulti IV
  5. Portaria n. 9.584/2025 - PADI e Emulti V
  6. Portaria n. 9.584/2025 - PADI e Emulti VI
  7. Portaria n. 9.584/2025 - PADI e Emulti VII
  8. Portaria n. 9.584/2025 - PADI e Emulti VIII
  9. Portaria n. 9.584/2025 - PADI e Emulti - Questões
Conhecimentos Específicos12 Aulas · 232 vídeos
Aula 1- Cálculos Farmacêuticos;
  1. Conteúdo em Análise
Aula 2- Farmacotécnica;
  1. Farmacotécnica - Conceitos Iniciais e Formas Farmacêuticas
  2. Farmacotécnica - Formas Farmacêuticas
  3. Farmacotécnica - Manipulação de Pós e Grânulos
  4. Farmacotécnica - Produção de Pós Estéreis
  5. Farmacotécnica - Sistema de Liberação de Fármacos - Tipos
  6. Farmacotécnica - Sistema de Liberação de Fármacos - Tecnologias, Vantagens e Desvantagens
  7. Farmacotécnica - Sistema de Liberação de Fármacos - Conceitos de Sistemas Monolíticos e Multiparticulados
  8. Farmacotécnica - Sistema de Liberação de Fármacos - Conceitos de Sistemas Monolíticos e Multiparticulados II
  9. Farmacotécnica - Sistema de Liberação de Fármacos - Conceitos de Sistemas Monolíticos e Multiparticulados III
  10. Farmacotécnica - Produção de Comprimidos - Função dos Excipientes
  11. Farmacotécnica - Produção de Comprimidos - Rota de Produção e Equipamentos
  12. Produção de Comprimidos
  13. Produção de Comprimidos
  14. Farmacotécnica - Preparo de Cápsula
  15. Farmacotécnica - Preparo de Cápsula II
  16. Farmacotécnica - Preparo de Cápsula III
  17. Farmacotécnica - Preparo de Cápsula IV
  18. Preparo de Suspensões
  19. Preparo de Suspensões II
  20. Preparo de Emulsões - Conceito, Classificação, Emulgentes
  21. Preparo de Emulsões - EHL e Escolha do Emulgente, Métodos de Preparo
  22. Preparo de Emulsões - Formas de Manipulação
  23. Preparo de Pastas e Creme
  24. Preparo de Supositórios Óvulos e Velas
  25. Preparo de Supositórios Óvulos e Velas II
  26. Operações Farmacêuticas - Trituração
  27. Operações Farmacêuticas - Mistura e Tamisação
  28. Operações Farmacêuticas - Características Desejadas e Filtração
  29. Operações Farmacêuticas - Extração
  30. Operações Farmacêuticas - Extração II
  31. Operações Farmacêuticas - Extração III
  32. Operações Farmacêuticas - Extração IV
  33. CQ de Manipulação
Aula 3- Bioética, Deontologia e Legislação Farmacêuticas; 2. BRASIL. Conselho Federal de Farmácia. Resolução nº 724, de 29 de abril de 2022. Dispõe sobre o Código de Ética, o Código de Processo Ético e estabelece as infrações e as regras de aplicação das sanções ético-disciplinares. 13. CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Resolução nº 585, de 29 de agosto de 2013. Regulamenta a atribuições clínicas do farmacêutico e dá outras providências. Diário Oficial da União, seção 1, p. 186, 25 de setembro de 2013.
  1. Código de Ética Farmacêutica - Resolução 724 - Cap. I e II
  2. Código de Ética Farmacêutica - Resolução 724 - Cap. II e III
  3. Código de Ética Farmacêutica - Resolução 724 - Cap. III e IV
  4. Código de Ética Farmacêutica - Resolução 724 - Cap. IV - Das Proibições
  5. Código de Ética Farmacêutica - Resolução 724 - Cap. V - Da Publicidade e dos Trabalhos Científicos
  6. Código de Ética Farmacêutica - Resolução 724 - Título IV - Das Infrações e Sanções Disciplinares
  7. Código de Ética Farmacêutica - Resolução 724 - Seção II - Código de Processo Ético Título I - das Disposições Gerais
  8. Código de Ética Farmacêutica - Resolução 724 - Título II - dos Procedimentos Capítulo I - Do Recebimento da Denúncia
  9. Código de Ética Farmacêutica - Resolução 724 - Da Instalação dos Trabalhos - Capítulo IV
  10. Código de Ética Farmacêutica - Resolução 724 - Capítulo IV
  11. Código de Ética Farmacêutica - Resolução 724 - Capítulo V ao IX - Julgamento
  12. Código de Ética Farmacêutica - Resolução 724 Cap X e XI
  13. Código de Ética Farmacêutica - Resolução 724 Cap XII e XIII
  14. Código de Ética Farmacêutica - Resolução 724 - Seção III
  15. Lei 13.021 de 2014 - Exercício e a Fiscalização das Atividades Farmacêuticas
  16. Lei 13.021 de 2014 - Exercício e a Fiscalização das Atividades Farmacêuticas
  17. Lei 3.820/1960 - Cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Farmácia
  18. Lei 3.820/1960 - Cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Farmácia II
  19. Resolução 585 de 2019 – Atribuições Clínicas do Farmaceutico
  20. Resolução 585 de 2019 – Atribuições Clínicas do Farmaceutico II
  21. Resolução 585 de 2019 – Atribuições Clínicas do Farmaceutico III
  22. Resolução 585 de 2019 – Atribuições Clínicas do Farmaceutico IV
  23. Resolução 586 de 2019 – Prescrição Farmacêutica
  24. Resolução 586 de 2019 – Prescrição Farmacêutica II
  25. Resolução 586 de 2019 – Prescrição Farmacêutica III
  26. Portaria Nº 344 de 12 de Maio de 1998 - Art. 1°
  27. Portaria Nº 344 de 12 de Maio de 1998 - Art. 2 ao 30
  28. Portaria Nº 344 de 12 de Maio de 1998 - Art. 30 ao 51
  29. Portaria Nº 344 de 12 de Maio de 1998 - Art. 30 ao 51 II
  30. Portaria Nº 344 de 12 de Maio de 1998 - Art. 30 ao 51 III
  31. Portaria Nº 344 de 12 de Maio de 1998 - Art. 52 a Art. 61
  32. Portaria Nº 344 de 12 de Maio de 1998 - Art. 62 ao Art. 76
  33. Portaria Nº 344 de 12 de Maio de 1998 - Art. 77 ao Art. 110
Aula 4- Farmácia Hospitalar;
  1. Gestão e Logística de Medicamentos e Materiais Hospitalares
  2. Gestão e Logística de Medicamentos e Materiais Hospitalares II
  3. Gestão e Logística de Medicamentos e Materiais Hospitalares III
  4. Gestão e Logística de Medicamentos e Materiais Hospitalares IV
  5. Gestão e Logística de Medicamentos e Materiais Hospitalares V
  6. Gestão e Logística de Medicamentos e Materiais Hospitalares VI
  7. Gestão e Logística de Medicamentos e Materiais Hospitalares VII
  8. Gestão e Logística de Medicamentos e Materiais Hospitalares VIII
  9. Gestão e Logística de Medicamentos e Materiais Hospitalares IX
  10. Gestão e Logística de Medicamentos e Materiais Hospitalares X
Aula 5- Farmácia Clínica; - Cuidado Farmacêutico; - Serviços Farmacêuticos Clínicos (Rastreamento em Saúde, Educação em Saúde, Dispensação, Manejo de Problema de Saúde Autolimitado, Monitorização Terapêutica de Fármacos, Conciliação de Medicamentos, Revisão da Farmacoterapia, Gestão da Condição de Saúde, Acompanhamento Farmacoterapêutico); 14. CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Serviços farmacêuticos diretamente destinados ao paciente, à família e à comunidade: contextualização e arcabouço conceitual. Brasília, Conselho Federal de Farmácia, 2016. 200 p.
  1. Farmácia Clínica x Atenção Farmacêutica: Princípios Filosóficos e Práticos
  2. Farmácia Clínica x Atenção Farmacêutica: Princípios Filosóficos e Práticos II
  3. Farmácia Clínica x Atenção Farmacêutica: Princípios Filosóficos e Práticos III
  4. Farmácia Clínica x Atenção Farmacêutica: Princípios Filosóficos e Práticos IV
  5. Serviços farmacêuticos destinados ao paciente, à família e à comunidade
  6. Serviços farmacêuticos destinados ao paciente, à família e à comunidade II
  7. Serviços farmacêuticos destinados ao paciente, à família e à comunidade III
  8. Serviços farmacêuticos destinados ao paciente, à família e à comunidade IV
Aula 6- Avaliação de Tecnologias de Saúde;
  1. Avaliação de Tecnologias em Saúde
  2. Avaliação de Tecnologias em Saúde II
  3. Avaliação de Tecnologias em Saúde III
  4. Avaliação e Incorporação Tecnológica em Saúde e a CONITEC - Lei 12.401 de 2011
Aula 7- Segurança do Paciente;
  1. Segurança do Paciente
  2. Segurança do Paciente II
  3. Segurança do Paciente e Erros de Medicação
Aula 8- Sistema Único de Saúde.
  1. Política Nacional de Medicamentos - Portaria N° 3.916, de 30 de Outubro de 1998 - Contexto Histórico e Definições
  2. Política Nacional de Medicamentos - Portaria N° 3.916, de 30 de Outubro de 1998 - Definições e Justificativas
  3. Política Nacional de Medicamentos - Portaria N° 3.916, de 30 de Outubro de 1998 - Diretrizes
  4. Política Nacional de Medicamentos - Portaria N° 3.916, de 30 de Outubro de 1998 - Diretrizes e Forma de Cobrança
  5. Política Nacional de Medicamentos - Portaria N° 3.916, de 30 de Outubro de 1998 - Prioridades
  6. Política Nacional de Medicamentos - Portaria N° 3.916, de 30 de Outubro de 1998 - Prioridades II
  7. Política Nacional de Medicamentos - Portaria N° 3.916, de 30 de Outubro de 1998 - Responsabilidades das Esferas de Governo
  8. Política Nacional de Assistência Farmacêutica (PNAF) - Resolução n° 338, de 06 de Maio de 2004 - Princípios
  9. Política Nacional de Assistência Farmacêutica (PNAF) - Resolução n° 338, de 06 de Maio de 2004 - Eixos Estratégicos
Aula 9Farmacologia
  1. Farmacocinética
  2. Farmacocinética II
  3. Farmacocinética III
  4. Farmacocinética IV
  5. Farmacocinética V
  6. Farmacocinética VI
  7. Farmacocinética VII
  8. Farmacocinética VIII
  9. Farmacocinética IX
  10. Farmacocinética - Resolução de Exercícios
  11. Farmacodinâmica
  12. Farmacodinâmica II
  13. Farmacodinâmica III
  14. Farmacodinâmica - Resolução de Exercícios
  15. Vias de Administração
  16. Vias de Administração II
  17. Vias de Administração III
  18. Farmacologia - Fármacos do SNC - Estrutura do SNC (Encéfalo e Medula Espinhal)
  19. Farmacologia - Fármacos do SNC – Estrutura do SNC (Principais Mediadores do SNC)
  20. Farmacologia - Fármacos do SNC – Estrutura do SNC (Principais Mediadores do SNC, Glutamato)
  21. Farmacologia - Fármacos do SNC – Estrutura do SNC (Receptores do Glutamato)
  22. Farmacologia - Fármacos do SNC - Gaba e Glicina
  23. Farmacologia - Fármacos do SNC - Potencial Estimulatório e Inibitório
  24. Farmacologia - Fármacos do SNC - Principais Agonistas e Antagonistas dos Receptores do SNC
  25. Farmacologia - Fármacos do SNC - Farmacologia Colinérgica e Classes Terapêuticas do SNC
  26. Farmacologia - Fármacos do SNC - Exemplos de Classes Farmacologias e Mecanismo
  27. Antidepressivos
  28. Antidepressivos II
  29. Antidepressivos III
  30. Anticonvulsivantes
  31. Anticonvulsivantes II
  32. Analgésicos Opioides
  33. Analgésicos Opioides II
  34. Analgésicos Opioides III
  35. Autacóides
  36. Autacóides II
  37. Autacóides III
  38. Fármacos Ansiolíticos
  39. Fármacos Ansiolíticos II
  40. Fármacos Ansiolíticos III
  41. Fármacos Ansiolíticos IV
  42. Fármacos Ansiolíticos V
  43. Fármacos Ansiolíticos - Resolução de Exercícios
  44. Fármacos Hipnóticos
  45. Fármacos Hipnóticos - Resolução de Exercícios
  46. Anestésicos locais
  47. Anestésicos Gerais
  48. Anestésicos Gerais II
  49. Anestésicos Gerais III
  50. Fármacos Neurolépticos
  51. Farmacologia - Fármacos de Atuam no Sistema Vascular
  52. Farmacologia - Fármacos de Atuam no Sistema Vascular II
  53. Farmacologia - Fármacos de Atuam no Sistema Vascular III
  54. Farmacologia - Fármacos de Atuam no Sistema Vascular IV
  55. Farmacologia dos Medicamentos Empregados em Urgência e Emergência
  56. Farmacologia dos Medicamentos Empregados em Urgência e Emergência II
  57. Farmacologia dos Medicamentos Empregados em Urgência e Emergência III
  58. Farmacologia - Fármacos Utilizados no TGI
  59. Farmacologia - Fármacos Utilizados no TGI II
  60. Farmacologia - Fármacos Utilizados no TGI III
  61. Farmacologia - Fármacos Utilizados no TGI IV
  62. Farmacologia - Fármacos Utilizados no TGI V
  63. Interações e Incompatibilidades Medicamentosas
  64. Interações e Incompatibilidades Medicamentosas II
  65. Interações e Incompatibilidades Medicamentosas III
  66. Farmacologia dos Antiparasitários
  67. Fármacos Antineoplásicos
  68. Fármacos Antineoplásicos II
  69. Fármacos Antineoplásicos III
  70. Fármacos Antineoplásicos IV
  71. Fármacos Antineoplásicos V
  72. Fármacos Antineoplásicos VI
  73. Fármacos Antineoplásicos VII
  74. Fármacos Antineoplásicos VIII
  75. Fármacos Antineoplásicos IX
  76. Fármacos Antivirais
  77. Fármacos Antivirais II
  78. Fármacos que Atuam no Sistema Respiratório
  79. Fármacos que Atuam no Sistema Respiratório II
  80. Fármacos que Atuam no Sistema Respiratório III
  81. Fármacos que Atuam no Sistema Respiratório IV
  82. Fármacos Que Afetam a Função Renal
  83. Fármacos Que Afetam a Função Renal II
  84. Drogas que afetam a motilidade uterina
  85. Drogas que atuam em nível de sinapses periféricas e junções neuromusculares I
  86. Drogas que atuam em nível de sinapses periféricas e junções neuromusculares II
  87. Drogas que atuam em nível de sinapses periféricas e junções neuromusculares III
  88. Drogas que atuam em nível de sinapses periféricas e junções neuromusculares IV
  89. Drogas que atuam em nível de sinapses periféricas e junções neuromusculares V
  90. Drogas que atuam em nível de sinapses periféricas e junções neuromusculares VI
  91. Drogas que atuam em nível de sinapses periféricas e junções neuromusculares VII
  92. Drogas que atuam em nível de sinapses periféricas e junções neuromusculares VIII
  93. Drogas que atuam em nível de sinapses periféricas e junções neuromusculares IX
  94. Drogas que atuam em nível de sinapses periféricas e junções neuromusculares X
  95. Cardiotônicos
  96. Antiarrítmicos
  97. Antiarrítmicos II
  98. Antiangionosos
  99. Drogas que afetam as funções neuro endócrinas
  100. Drogas que afetam as funções neuro endócrinas
  101. Drogas que afetam as funções neuro endócrinas
Aula 104. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria Colegiada nº 67, de 8 de outubro de 2007. Aprova o Regulamento Técnico sobre Boas Práticas de Manipulação de Preparações Magistrais e Oficinais para Uso Humano em farmácias.
  1. RDC 67/2007
  2. RDC 67/2007 II
  3. RDC 67/2007 III
  4. RDC 67/2007 IV
  5. RDC 67/2007 V
  6. RDC 67/2007 VI
  7. RDC 67/2007 VII
  8. RDC 67/2007 VIII
  9. RDC 67/2007 IX
  10. RDC 67/2007 X - Anexo I
  11. RDC 67/2007 XI - Anexo I
  12. RDC 67/2007 XII - Anexo I
  13. RDC 67/2007 XIII - Anexo I
  14. RDC 67/2007 XIV - Anexo I
  15. RDC 67/2007 XV - Anexo I
  16. RDC 67/2007 XVI - Anexo I
  17. RDC 67/2007 XVII - Anexo II
  18. RDC 67/2007 XVIII - Anexo III
  19. RDC 67/2007 XIX - Anexo IV
  20. RDC 67/2007 XX - Anexo IV
  21. RDC 67/2007 XXI - Anexo IV
  22. RDC 67/2007 XXII - Anexo IV
  23. RDC 67/2007 XXII - Anexo V
  24. RDC 67/2007 XXII - Anexo VI
Aula 115. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria Colegiada nº 471, de 23 de fevereiro de 2021. Dispõe sobre os critérios para a prescrição, dispensação, controle, embalagem e rotulagem de medicamentos à base de substâncias isoladas ou em associação, de uso sob prescrição e retenção da receita, listadas na Instrução Normativa específica
  1. RDC nº 471/2021
  2. RDC nº 471/2021 II
  3. RDC nº 471/2021 - Questões
Aula 126. BRASIL. Ministério da Saúde. Documento de referência para o Programa Nacional de Segurança do Paciente. Ministério da Saúde; Fundação Oswaldo Cruz; Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Ministério da Saúde, 2014
  1. Programa Nacional de Segurança do Paciente (Portaria N. 529/13)
  2. Programa Nacional de Segurança do Paciente (Portaria N. 529/13) II
  3. Programa Nacional de Segurança do Paciente (Portaria N. 529/13) - Questões
Redação Discursiva1 Aula · 2 vídeos
Aula 1Discursiva
  1. Redação Discursiva
  2. Redação Discursiva II
Inteligência Emocional1 Aula · 3 vídeos
Aula 1Inteligência Emocional
  1. Inteligência Emocional
  2. Inteligência Emocional II
  3. Inteligência Emocional III
Conhecimentos Gerais1 Aula · 11 PDFs
Aula 1- Sistema Único de Saúde; - Políticas e Sistema de Saúde; - Política Nacional de Humanização; - Política Nacional de Atenção Básica; - Redes de Atenção à Saúde; - Trabalho em saúde e Interprofissionalidade; - Bioética. 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Clínica ampliada, equipe de referência e projeto terapêutico singular. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. 2. ed. Série B - Textos Básicos de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. 60 p. 2. BRASIL. Ministério da Saúde. HumanizaSUS: Documento Base para Gestores e Trabalhadores do SUS. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. 4. ed. Série B - Textos Básicos de Saúde. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2010. 72 p 4. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). 5. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria 4.279, de 30-12-2010. Estabelece diretrizes para a organização da Rede de Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). 7. BRASIL. Presidência da República. Decreto nº 7.508 de 28 de junho de 2011. Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras providências. 8. BRASIL. Presidência da República. Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências.
  1. Sistema Único de Saúde (SUS): Princípios, Diretrizes e Legislações Estruturantes
  2. Os Princípios do SUS e a Lei n. 8.080/1990
  3. Lei n. 8.142/1990 - Controle Social
  4. Decreto n. 7.508/2011 - Organização do SUS
  5. História das Políticas de Saúde no Brasil e a Reforma Sanitária Brasileira
  6. Política Nacional de Humanização
  7. Portaria 2.436/2017 - Política Nacional da Atenção Básica (PNAB)
  8. Redes de Atenção à Saúde
  9. Trabalho em Equipe Multidisciplinar
  10. Bioética
  11. Projeto Terapêutico Singular
Inteligência Emocional1 Aula · 70 PDFs
Aula 1Inteligência Emocional
  1. ELO 1: O Refúgio Emocional do Concurseiro
  2. ELO 2: A Aprendizagem Depende das suas Emoções
  3. ELO 3: As Cinco Pontas da Estrela do Concurseiro Aprovado
  4. ELO 4: Ansiedade: o Maior Inimigo do Concurseiro
  5. ELO 5: Mindfulness: o Pequeno Grande Milagre
  6. ELO 6: Positividade Tóxica
  7. ELO 7: Pensamentos Negativos
  8. ELO 8: A Felicidade e o Concurseiro
  9. ELO 9: A Tristeza e o Concurseiro
  10. ELO 10: Sou Imperfeita, e Você? A Coragem de Ser Imperfeito
  11. ELO 11: A Resiliência
  12. ELO 12: Autoestima e seus 6 Pilares
  13. ELO 13: Os 6 Pilares da Autoestima
  14. ELO 14: Autocompaixão: a Valorização da Autoestima
  15. ELO 15: Traumas e Estudos
  16. ELO 16: Crenças Centrais e os Estudos
  17. ELO 17: A Comparação e o Concurseiro
  18. ELO 18: A Baixa Tolerância à Frustração
  19. ELO 19: Como a Impulsividade Pode te Atrapalhar nos Estudos
  20. ELO 20: As 5 Feridas Emocionais e suas Consequências
  21. ELO 21: Autossabotagem
  22. ELO 22: Os 18 Esquemas Mentais e o Concurseiro
  23. ELO 23: Dizer NÃO Poderá Mudar a sua Vida
  24. ELO 24: Estresse, Cansaço e Burnout nos Estudos
  25. ELO 25: Fracasso, Derrota e Fases das Perdas
  26. ELO 26: Família Disfuncional e o Concurseiro
  27. ELO 27: Perfeccionismo: o Equilíbrio Leva à Excelência?
  28. ELO 28: As Sombras e a Maldade Humana
  29. ELO 29: A Raiva e o Concurseiro
  30. ELO 30: A Culpa e o Concurseiro
  31. ELO 31: A Coragem e o Concurseiro
  32. ELO 32: O Concurseiro Protagonista
  33. ELO 33: A Mediocridade e os Estudos
  34. ELO 34: Os 7 Pecados Capitais
  35. ELO 35: Como se Blindar de Pessoas Tóxicas nos Estudos
  36. ELO 36: O Perfeccionismo e o Concurseiro
  37. ELO 37: A Autocobrança e o Concurseiro
  38. ELO 38: Neuromitos e Estudos para Concursos
  39. ELO 39: Os Recomeços do Concurseiro
  40. ELO 40: O Papel de Vítima e o Concurseiro
  41. ELO 41: Vício em Redes Sociais e Estudos
  42. ELO 42: A Procrastinação e os Estudos
  43. ELO 43: A Autoconsciência e o Concurseiro
  44. ELO 44: A Autorresponsabilidade e o Estudo para Concursos
  45. ELO 45: A Vida Intencional e o Concurseiro
  46. ELO 46: Positividade Tóxica e os Concurseiros
  47. ELO 47: Lei da Atração - Mágica ou Pseudociência
  48. ELO 48: Como Usar a Técnica da Pedra Cinza para Lidar com a Toxicidade
  49. ELO 49: A Baixa Autoestima e o Concurseiro
  50. ELO 50: A Garra e o Concurseiro
  51. ELO 51: A Síndrome do Impostor e o Concurseiro
  52. ELO 52: Efeito Dunning-Kruger e o Concurseiro
  53. ELO 53: O Concurseiro e a Mentalidade Forte
  54. ELO 54: Como Superar a Reprovação
  55. ELO 55: O Impacto do Uso das Telas na Produtividade
  56. ELO 56: Como Recomeçar depois do Caos
  57. ELO 57: a Importância da Espiritualidade nas Dificuldades
  58. ELO 58: os Benefícios do Mindfulness para a Aprendizagem
  59. ELO 59: o Demônio do Meio-Dia
  60. ELO 60: Dezembrite - o Peso Emocional do Fim de Ano
  61. ELO 61: as Fases do Estresse
  62. ELO 62: o Significado Real da Gratidão
  63. ELO 63: o que É Inteligência Emocional?
  64. ELO 64: a Teoria das Janelas Quebradas
  65. ELO 65: Jejum de Cortisol e os Benefícios para Concurseiros
  66. ELO 66: o Cansaço e o Concurseiro
  67. ELO 67: Brain Rot e o Concurseiro
  68. ELO 68: O Sono e Estudos
  69. ELO 69: A Raiva e o Concurseiro
  70. ELO 70: a Crise dos 30 das Concurseiras

Sobre o concurso USP - SP

Informações gerais sobre o órgão e os cargos

O que é USP (USP)

A Universidade de São Paulo (USP) é a maior e mais prestigiada instituição pública de ensino superior do Brasil, mantida pelo Governo do Estado de São Paulo. Sua missão é formar profissionais líderes e cidadãos conscientes, além de produzir, transmitir e aplicar o saber e a ciência em benefício da sociedade. A USP se destaca pela excelência em ensino, pesquisa, inovação, extensão, cultura e arte, contribuindo significativamente para o desenvolvimento científico, tecnológico e social do país. Com diversos campi distribuídos pelo estado, a USP é um centro de referência nacional e internacional em diversas áreas do conhecimento.

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